7.11.09

Decorando sem gastar

Hoje foi dia de faxina aqui em casa. Não, não fui eu que faxinei, não. Juntei uma graninha e chamei minha fiel escudeira, a Eva, que é muito mais que uma ótima faxineira. Ela é quase da família. É quase uma mãe. É quase uma psicóloga. E com certeza é uma comadre, porque nunca vi mulher para conversar tanto. E como é bom, viu? A gente ri muito, o tempo passa rápido demais.

Só tinha uma coisa na Eva que eu não sabia: que ela era decoradora. Pois é, isso mesmo. E daquelas decoradoras que tiram leite de pedra. Porque, como ela é muito humilde, desenvolveu a habilidade de transformar tudo em enfeite. Para ela, tudo pode ser melhorado, sem gastar um centavo para isso. Tá duvidando? Então dá uma olhada nas fotos aí embaixo. São as fotos da minha casinha, arrumada "by Eva". Ok, não tem muito a ver com o meu estilo. Mas vai dizer que não é criativo?

Esse é o meu quarto. Nada de mais nele, né? Agora, você reparou no criado-mudo? Essa toalhinha bordada em vagonite fui eu que fiz, ela fica na cozinha para dar um enfeitada de vez em quanto. Como meu criado-mudo por enquanto ainda é uma caixa de papelão (a única que restou da mudança), a Eva achou que estava muito pobre e que a gente precisava esconder a caixa. O jeito? Forrou com essa toalhinha de bandeja.

Essa é a sala que todo mundo queria ver. Quase tudo nela eu ganhei da avó do namorado, que estava se desfazendo da mobília antiga para comprar tudo novinho para o novo apartamento. O sofá e a estante de peroba, no canto direito da foto, eram dela. O tapete ganhei da mamãe. O suporte/bandeja de madeira com xicarazinhas em cima do móvel foi presente da Mi. As almofadas já eram minhas (os tecidos das capas já estão comprados e serão bem bonitinhos. Acho essa azul e amarelo tão sem graça...). E essa manta no sofá? Manta que nada, esse é o lençol mais velho que tenho aqui. A Eva achou que a sala estava muito escura e colocou-o sobre o sofá, como fez a Ruby (olha a última foto do post). Nunca que eu poderia pensar que um lençol também poderia servir de manta...

Esses lápis eu ganhei de uma mega amiga, a Ró. Trouxe de presente para mim em uma de suas viagens. Como eu nunca achei um suporte legal para colocá-los, eu os deixava dentro de um rolo de fita larga (dessas para mudança) vazio. Sabe aquela parte de papelão mais firmezinha que fica quando a fita acaba? Pois é, isso mesmo. E como a gente resolveu o problema? Envolvendo o rolo de fita com essa faixinha de filé. Sabe de onde ela veio? Dos bem-casados do casamento da irmã da Ró (legal, né? Eles eram envolvidos nessa faixinha, depois vou tentar arrumar a foto).

A mensagem de hoje? Aquela história que dá para transformar a casa sem gastar nada (ou gastando muito, mas muito pouco) é verdade. Taí a prova.

3 comentários:

Nárriman Alcure disse...

Passa já o telefone de Eva!!!!!!rssss

Nárriman Alcure disse...

Mora em Vitória ou em alguma cidade vizinha? Se a resposta for sim, quero, é lógico...rs
Brincadeirinha, tenho uma fiel escudeira que me acompanha há algum tempo, só não tem talento p/ decorar, como Eva. Achei uma forma muito legal dela transmitir o carinho que tem por vocês.
Bjs!!

Andressa disse...

Caramba!!!!!! Essa Eva é a diarista que pedi á Deus!!!!!

 
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